De esperanças

Não gosto da palavra grávida. Acho-a pesada e pouco mágica. Acho-a mesmo pesada, parece que contém nela todo os desconfortos e chatices de uma gravidez.
Ouve-se pouco, e normalmente de pessoas com mais idade. "A menina está de esperanças?" E acho encantador. Deixa-me com um sorriso de orelha a orelha...

"De esperanças" contrapõe com tudo o que há de negativo. Faz-me sentir confiante, e que nada pode correr mal.

Fotografia de Teresa Noéme

1 comentário: