Ainda de Serralves

Alguma coisa me atrai para estes jardins, estes e os da Gulbenkian. Não sei se pelo investimento feito por estas instituições na manutenção dos jardins, mas há sempre alguma coisa que me puxa para eles. Talvez do tempo passado à volta dos livros na Biblioteca de arte da Gulbenkian, das tardes de visitas e visitas sem fim à colecção permanente do CAM (tive tanta pena quando foi reduzida), as visitas ao Almada Negreiros e a tantos outros, especialmente um, que assistiu ao início do nosso namoro ("Não há sim sem não", dizia o quadro que nos fez parar tantas vezes em frente dele "O eremita" de António Dacosta

Em Serralves assisti a muitas das melhores exposições internacionais. Ficaram-me na memória.

Esperei um bocadinho para ver chegar estes clientes, mas vale sempre a pena! (Querida J, sei que teremos mais tempo numa próxima vez;) Um beijinho enorme!
















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