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Saímos do lanche dos primos [ o último fim de semana sem trabalhar ] e entre as mil conversas e gargalhadas sempre características, algumas mais legítimas outras menos... Como ou estamos todos casados e outros a casar as conversas giram muito em torno desse tema e a Leonor sempre sentada de perna cruzada a ouvi-las. Diz-me assim: mãe: quando eu casar vamos ser as duas a decidir como vai ser o meu casamento e a mãe pode escolher o meu vestido!

E seguimos de mãos dadas, o Xavier na outra, meio ausente da conversa. Continuamos a conversar e pergunto-lhe como vai ser o seu marido, faz uma descrição igual à do pai, mas acrescenta que não pode ser rabugento [risota geral], pergunto ao Xavier como é que vai ser a namorada dele, ao que responde: parva como eu! 
Claro, como poderia ser? E acrescentei: pode ser rabugenta? E ele: não! Tem que abrir a gaveta do amor!!!

E o Sebastião anda por todo o lado de mãos dadas, qualquer dia solta se e aí é que o trabalho se multiplica!!!

Ando de cabeça cheia a contar os dias até março para regressar ao trabalho. Por mais que os adore e que adore os dias que passo com eles preciso de um equilíbrio justo de mãe e tudo o resto.





2 comentários:

  1. O eterno dilema, queremos a nossa vida o nosso espaço, mas morremos de saudades quando eles não estão ;)
    Tudo a correr bem.

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  2. Que miúdos tão bons!
    Cada um com os seus traços tão próprios :)

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