Os miúdos e os tablets - sim ou não?


Nós somos aqueles pais que adiam as brincadeiras e a vida dos miúdos colada aos tablets.

Sentimos mesmo que não existe essa necessidade cá em casa. Nem sei bem que jogos existem porque nunca instalamos nenhum.

Com isto não quero dizer que os miúdos não mexam ou estejam proibidos de mexer. Nada disso!  É importante haver equilíbrio :)

São várias as tentações que temos vindo a sentir ao longo destes anos de pais: O Sebastião sempre comeu mal e toda a gente nos aconselhava a pôr uns bonecos no tablet para resolver o assunto.

Adoramos jantar fora com eles, mas nem sempre conseguem estar sossegados... seria mesmo mais fácil que ficassem a olhar para um ecrã. Afinal, são crianças, porquê exigir que se comportem como adultos?

Ver a Graça fazer puzzles num tablet pode parecer muito engraçado, a menina até é bem esperta!

O Xavier chatearia muito menos se estivesse sentado a jogar no tablet. Seria sem duvida uma casa silenciosa e bem mais tranquila.

E depois o que fica?

O Sebastião demorou, mas cada vez come melhor. A Graça faz jogos em casa, com brinquedos de madeira e com texturas diferentes, que estimulam a sua motricidade. É uma miúda feliz e expressiva, que nunca desiste de conseguir o que quer!

A Leonor e o Xavier desenham, jogam à bola, fazem experiências, discutem e zangam-se, ocupam o espaço um do outro e atropelam-se nas conversas ao jantar.

Não sou contra o uso da tecnologia, mas sou contra o uso dela para fazer de babysitter aos meus filhos. Já não basta a televisão, e o tempo que eu preciso de perder no telemóvel, tudo o que implica as redes sociais e o que preciso de me dedicar a isso para trabalhar.

Enquanto pudermos, as nossas refeições vão ser autênticas, de uma família normal, nunca perfeita. O perfeito pode querer parecer um jantar sossegado em que os miúdos não chateiam, e os adultos podem efectivamente conversar, mas isso é apenas aparentemente. Perfeito e são, somos todos nós que nos olhamos nos olhos, que discutimos e conversamos, que nos rimos e zangamos.

Eles vão ter todo o tempo do mundo para se abstraírem de nós. O inevitável chega sempre, até lá, e enquanto podemos controlar, as brincadeiras serão como nos anos 90, nos restaurantes vai haver lápis e canetas, à mesa a televisão desligada e os telefones longe de todos.

Tenho a sorte de poder passar tempo de qualidade com os meus filhos, e uma rede familiar que me permite ir jantar fora e estar sozinha com o meu marido. Alguma sanidade mental para ajudar os meus filhos a crescer. Cada mãe tem as suas circunstâncias. Em cada família estas necessidades ou exigências serão diferentes, não existe um certo e um errado, mas sim mães reais, como diz babydove que me desafiou a escrever sobre este tema e a lançar este desafio...

em que alturas sentem que precisam de entreter o vosso filho com o tablet? Como fazem essa gestão? desafio a Ana Lemos, a Grace baby&child e a Pureza mello Breyner, e todas que quiserem a contar-nos tudo! Sim ou sopas?

Partilhem a vossa opinião e adiram ao movimento #mãesreais e podem habilitar-se a ganhar um produto da Gama Baby Dove. Para participar basta:

1- Partilhar a vossa opinião sobre os miúdos e os tablets no vosso mural do Facebook ou Instagram (com uma imagem à vossa escolha)

2- Juntar os hashtags #MaesReais e #BabyDove

3- enviar um e-mail como o link da participação para tiescontact@gmail.com





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