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Love your body

June 27, 2018

 

 

Muitas vezes partilho convosco as minhas dificuldades com o peso. Com as recuperações das gravidezes, com as marcas que isso deixou na minha pele, na minha saúde e na minha cabeça.

 

Sim.

 

Na minha cabeça.

Nunca fui magra, desde adolescente que faço dieta. Bastava 2 semanas com cuidados e voltava ao peso certo. 

 

Quando fui Mãe aceitei essas mudanças e amei de tal forma os meus filhos que, apesar de me ver tão desfigurada, a vida sorria me muito, e eu sorria de volta. 

 

Sorria tanto que devagar ia voltando a cuidar de mim. A pressão é enorme. Imposta por nós, somos as piores quando pensamos no que os outros irão pensar. Que nos vão rotular de desleixadas, no que dizem os olhos do nosso marido, dos amigos, da nossa família. E esquecem nos do que de facto importa. Aceitar o nosso corpo, a sua forma, para a seguir trabalhar o que quisermos. Se quisermos e como quisermos. 

 

Sou saudável, apesar de ter peso a mais não tenho problemas de saúde. Sinto me bonita na maioria dos dias. Gosto de tratar de mim, quando descobri o regime paleo percebi que era esse que queria como base da minha alimentação, pelo menos em 80% dos meus dias.

 

Gosto de treinar, sempre adorei actividades físicas, limpa a cabeça e dá me resistência para o dia a dia.

Gosto de me tratar, de fazer drenagem ou outro tratamento que me obrigue a parar por uma hora e deixar me sossegar. [e gosto dos efeitos no meu corpo]

 

Quando fui obrigada a parar todo o trabalho que tinha começado no ano anterior em rotina de treino e alimentação e tratamentos, associando a tratamento com corticoide para uma artrite viral muito chata, e engordei senti que me tinha desiludido, a mim, e a todos. 

 

Então tanto investimento? Tanto tempo? Tanta dor a treinar? Tudo isto para quê? 

 

Agora sei que tudo isso serviu para me mostrar que sou capaz, e quando chegar a altura certa vou voltar. 

 

Porque sei qual é o peso em que me sinto bem mas mais que isso, sei qual é a rotina que me faz feliz. Já lá estive e vou voltar. 

 

As estrias vão cá ficar na mesma, os gémeos largos também, o pescoço curto, as maminhas grandes, a caixa torácica enorme, o metro e meio a atarracar a minha figura. É assim que sou. 

Estes pequenos defeitos que encontro vão encontrando o seu lugar neste processo de aceitação.

São bonitos, são meus, sou eu.

 

 

 

 

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Olá, sou a Catarina! Tenho 31 anos, cresci e vivo em Lisboa, esta cidade linda que nos faz imensamente felizes.

4 filhos bons, muito bons. A primeira aos 23, e a última nascida aos 29.

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